Resenha: Warcraft – O primeiro encontro de dois mundos

A resenha de hoje está toda elaborada, afinal o filme é sobre Games. Para contar um pouco da percepção de gamer, temos a participação do Roger Margherini do canal JogaStation e de quebra aquela interpretação Makempiresca.

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Gabrielly Vasconcellos – Crítica MK

Para quem nunca jogou Warcraft fui pega de surpresa. Entrei no cinema esperando um herói para torcer até o fim. Digamos que o Travis Fimmel tem aquele jeitão meio Viking que encanta, né?

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O filme não apresenta mocinhos e vilões como estamos acostumados, e foi nessa desconstrução do herói que o filme me fisgou de vez. O enredo nos apresenta detalhes filosóficos que prendem a atenção. Uma hora estamos torcendo para os humanos outra começamos a nos aproximar mais dos Orcs. A luta de classes e as diferenças sociais são gritantes e ao mesmo tempo cheias de semelhanças. Toda essa trama envolta no meio de magia que, ao meu ver, nada mais é que uma disputa de poder.

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O poder pode corromper até o mais puro? O longa me fez repetir essa pergunta inúmeras vezes.  Primeiro porque nos deparamos com personagens complexos como os Orcs que inicialmente querem invadir a terra e aniquilar os inimigos. Depois porque os humanos se apresentam como “bonzinhos” e por fim descobrimos que não existe bem e mal nesse enredo. Durotan (Toby Kebbell), líder dos orcs desconstrói todo o nosso senso de humanidade.

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Roger Margherini – Joga Station – Crítica 

Bem, é indescritível o prazer de um gamer em assistir um filme sobre seu jogo favorito, principalmente quando o título reflete toda a essência e magia Warcraft. Fiquei satisfeito com a escolha do diretor Duncan Jones por ser um gamer convicto e apaixonado, assim como eu, como nós, por essa franquia maravilhosa.
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Um dos pontos fortes que merece destaque é a parte gráfica. A aparência dos Orcs é bastante realista e humana, quebrando a todo momento o paradigma de bem e mal e por isso ,muitas vezes você se pegava simpatizando com a causa da Horda. Ventobravo, Stormwind City (SW) para os mais chegados, está linda e passa a mesma impressão de grandeza que nos jogos, respeitando desde os detalhes, como os telhados azuis dos casebres, até as armaduras dos guardas da cidade. Warcraft: O primeiro encontro de dois mundos representa direitinho o aclamado RPG World of Warcraft.

Warcraft é um filme hermético, no entanto, e demonstra a todo momento que foi dirigido somente para os fãs da franquia. Esses, por sua vez, irão ao delírio quando sentirem a energia transmitida por esse filme, podendo reclamar somente da ausência de algumas classes e raças que não foram citadas. A grande questão é como a obra será entendida pelos não jogadores.

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A apresentação é muito apressada e peca pela falta de informação, transmitindo uma ideia bem superficial sobre a história de Azeroth. Ainda assim, muitos irão se contentar com a atuação brilhante de Travis Fimmel como Anduin Lothar e com a personalidade engraçada e grotesca dos Orcs. Enfim, os não iniciados sentirão falta de uma introdução ao mundo de Azeroth e um enredo mais completo, embora o filme seja uma boa sessão de entretenimento. E o mais importante: um primeiro contato com o incrível mundo de Warcraft.

A fotografia do filme é impecável e o universo do game enlouquecedor. Por isso não perca o o novo quadro do Mundo Makempi no Youtube, “Garota Mimimi”, pois semana que vem irei comentar minhas percepções sobre o filme.

 

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2 comentários sobre “Resenha: Warcraft – O primeiro encontro de dois mundos

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